Depois de me despedir, mesmo sem vontade de ir embora, olhei para ela na porta a me vigiar enquanto eu chamava o elevador.
- Esqueci alguma coisa?
- Eu.
Também acho uma delícia quando você esquece os olhos em cima dos meus. Ou quando a sua risada se confunde com a minha… —Chico Buarque (via quesejadoce-sempre)
(via obsessao-urbanoide)
E quando ela riu, eu percebi… Eu percebi que eu estava na merda. —Tati Bernardi (via oquevocesignificaparamim)
(Fonte: c-a-n-a-r-i-o, via ddreaminghigh)
(…)Me deu o abraço que disparava corações em mim como se eu tivesse um em cada nó de veia. —(via tatibernardi)
(via filtrodossonhos)
Por um instante experimento uma espécie de alegria, tendo a sensação de respirar mais ar do que preciso. —Chico Buarque, Estorvo. (via a-rosa-do-chico)
(via a-rosa-do-chico)
Olhar à minha volta impaciente… Senti-la junto de mim; quase podia vê-la e, no entanto, não a via! Devo ter suado sangue, na angustia do meu desejo e no fervor das minhas súplicas para vê-la, nem que fosse num relance! Mas nada vi.E, desde então, umas vezes mais e outras menos, tenho sido o joguete dessa tortura insuportável! Sentia sua presença bem ali e tinha de abrir os olhos para ver. Cem vezes os abria e fechava durante a noite… E sofria sempre a mesma desilusão! Destroçava-me o coração! —O Morro Dos Ventos Uivantes. (via breve-notas)
- Eu não gosto nunca de nada e gostei tanto de você.
- É?
- Droga.
- O quê?
- Eu falando de gostar.
- E daí?
- E daí que vai acontecer tudo de novo.
- O quê?
- Vou sentir demais, falar demais, escrever demais, você vai embora. —Tati Bernardi (via thingsvegas)
- É?
- Droga.
- O quê?
- Eu falando de gostar.
- E daí?
- E daí que vai acontecer tudo de novo.
- O quê?
- Vou sentir demais, falar demais, escrever demais, você vai embora. —Tati Bernardi (via thingsvegas)
(via apreciei)
Você precisava de amor, mas não o tipo de amor que a maioria das pessoas costumava dar e no qual se consumiam. —Bukowski, Misto Quente (via quesejacomofor)
(Fonte: ovelhosafado, via quesejacomofor)
Frequentemente, tenho a sensação de que a vida das outras pessoas é tão simples e que só a minha que é complicada. Tenho andado meio infeliz ultimamente. Sei que até parece pecado dizer isso perto de tanta gente quase morrendo e passando necessidade. Sei que tem muita gente que não tem onde morar, o que comer, o que vestir. Sei que muitos não têm emprego, família, amor. Sei que muita gente tem doença terminal ou algum transtorno grave. Sei de tudo isso, mas desculpa, preciso falar a verdade: ando meio infeliz. Às vezes tenho a impressão de que sempre tenho que estar bem disposta, ser legal, amiga, gente boa. Não tenho o direito de ter problemas, estar de cabeça quente ou cheia ou simplesmente de estar assim, meio infeliz da vida. Com licença, estou infeliz. Estou mesmo. Não sei dizer o motivo, são algumas frustrações, algumas coisas muito minhas, algumas mágoas que não consigo colocar para fora, porque eu sou assim, escrevo, escrevo e escrevo, mas na hora de abrir a boca pra falar nem sempre sai. Tem coisa que guardo, tranco lá dentro e jogo a chave fora. Preciso me sacudir e fazer a coisa toda sair, mas nem sempre dá, então fico nessa vibe meio infeliz de tudo, infeliz com tudo, infeliz pra sempre. Até o dia que deixar de ser. Até o dia que conseguir falar, me expressar, fazer sair. Preciso de um laxante para as emoções. —Clarissa Corrêa. (via estrelejar)
(Fonte: alcooltecimentos, via estrelejar)